Do jeito que eu conto a história bíblica – do início ao fim


alfa-e-omega

Sempre existiram os Deuses [Elohim].

Eles eram um [Echad] – criativos.

E “no princípio criou Elohim os céus e a terra”.

Jesus sempre esteve lá.

Mas num certo dia, dentro da eternidade, eles resolveram dançar sobre o caos.

E todo o cosmos começou a ser organizando.

Eras ficaram para trás.

E a história, não sei por que cargas d’água, começou a ser contada à partir de Abraão.

Mas quanto a contação do princípio das coisas, vejo como uma repetição do fim – a finalidade do criador.

E Adão, seus filhos, a grande torre e o enorme navio de Noé, tiveram o objetivo de mostrar a realidade humana, seu fim e, mais uma vez, o propósito do ETERNO.

E Abrão foi pedido em casamento.

Se aceitasse, teria que sair da casa de seus pais para viver em uma nova terra.

Geraria muitos filhos.

E daria início para serem uma grande nação.

Deus permaneceria entre os de sua casa.

E a casa de Deus, entre seus descendentes – povo de Deus.

Enfim, ele aceitou e ganhou um novo nome.

A proposta de casamento foi repetida para seu filho e também para seu neto.

Quando seu filho nasceu, Abrão riu [Isaque].

E só poderia rir mesmo – afinal, ser pai aos 90 não era para qualquer um.

Mas também chorou com a despedida de seu outro filho – Ismael.

Sara, sua esposa, pediu que o mandasse embora, junto com sua mãe escrava – Agar.

Isaque teve o mesmo nome, desde seu nascimento até sua morte.

Mas antes de sua morte na velhice, quando ainda era criança, Isaque foi salvo por Deus.

Pois seu pai trouxera de dentro de sua mente [ainda] pagã, a cultura do sacrifício de crianças.

Deus então lhe deu um cordeiro em troca de seu filho.

Uma grande lição.

E também a grande profecia.

Mas Jacó, seu neto, segurou seu irmão pelo calcanhar e ganhou a fama de enganador.

Mas depois que lutou com Deus, passou a ser chamado pelo nome de: 

Israel.

E seu nome foi mantido para toda sua posteridade.

Jacó teve mais filhos:

Rúben, o mais velho, sacaneou o próprio pai e por esse motivo, perdeu a honra.

Simeão e Levi, cheios de raiva, se perderam como papel picado.

Judá, foi um leão que deteve o comando até a vinda do último governante.

Zebulom, um porto seguro.

Issacar, um jumento teimoso.

Dã, uma pequena serpente.

Gade, o que pega bandidos.

Aser, era ótimo cozinheiro, pois fazia altos rangos.

Naftali, uma gazela em liberdade e com lindos filhos.

José, um jumento selvagem e resistente, mas com o apoio da Rocha de Israel.

Benjamim, o lobo voraz [a destra de Deus e o Filho da felicidade].

Cada um deles recebeu seu pedaço da terra que o ETERNO havia prometido.

Menos Levi. Esse não recebeu nenhuma herança.

Jacó morreu.

Seu filhos também morreram e foram sepultados num lugar que Abraão havia comprado. Custou bem caro.

Depois de um longo período.

Quatrocentos anos, para ser mais específico.

Os filhos de Jacó estavam escravizados por um rei egípisio que nem se dava conta de quem fôra José, o jumento selvagem.

Eram muitos os seus filhos.

Eles eram bem férteis e se reproduziam como coelhos.

E isso causava dores na cabeça do tirano faraó. 

Então ele explorou o povo sem nenhum pingo de piedade.

Ao ponto de força-los a abandonar os seus próprios bebês.

E condenou-os a uma morte cruel.

Dentre esses bebês estava Moisés.

Se escondeu e viveu para ser a esperança de seu próprio povo.

O cara era bem bonito.

Até ganhou o coração da filha de faraó, que o adotou.

Ele se destacou nos estudos e também nos esportes.

Só que Moisés, já na casa dos quarenta, perdeu a cabeça ao ver um de seus conterrâneos ser maltratado por um soldado egípcio.

Moisés não se conteve.

Ele matou o pobre coitado.

A notícia se espalhou.

E por tal motivo teve que fugir.

Em seu longo tempo de exílio, conheceu sua esposa, com quem teve dois filhos.

Também viu um anjo que lhe apareceu numa moita fumegante.

Cheio de espanto, foi ver de perto.

Dai ouviu a voz de Deus:

Eu sou o Deus de seus pais – de Abraão, Isaque e Jacó.

“Fique descalço porque o lugar em que estás pisando é lugar santo.”

E sem rodeios, Deus continuou:

“Se prepara porque eu vou te mandar de volta para o Egito para salvar o meu povo das mãos desse Faraó” – safado e sem vergonha.

Depois de muitas visitas e pragas, Faraó se ferrou!

E mandou embora os israelitas que há tanto tempo explorara.

Se tornaram errantes pelo deserto.

E por lá morreram, antes mesmo que seus filhos pudessem chegar na terra prometida.

Demoraram, mas chegaram.

Brigaram pra caramba.

Muito sangue foi derramado.

Mas por ali se fixaram.

E…

Ô povinho ingrato.

Povo burro.

Invejavam os povos vizinhos.

E rejeitaram o Deus de seus pais.

Eles queriam ser iguais a todos.

Queriam um rei humano.

Não se ligaram que Deus seria rei para eles.

Não um rei qualquer.

Jamais como um rei opressor ou tirano.

Jamais como um presidente de um estado corrupto [tipo o Brasil].

Se tratava do estado celestial, estabelecido na terra dos homens… para redimi-la.

Sem chances…. 

Mesmo assim escolheram um rei com a cabeça enterrada nesse planeta.

Era o mais forte e bonito dos homens.

O cara era bom de briga, mas de caráter duvidoso.

Além disso, oprimia seu povo com a cobrança dos dízimos.

Afinal, precisava pagar as contas de sua casa.

Bem que Deus os havia avisado dessas consequências.

Mas Saul, seu primeiro rei humano, terminou em maus lençóis.

Literalmente, ele perdeu a cabeça pelas mãos de seus inimigos.

E de Judá surgiu um novo rei.

Davi!

Esse era pequeno, porém valente.

Enfrentava ursos, leões e os gigantes da terra.

Também era um talentoso artista.

Tocava harpa, cantava e dançava bem.

Ele foi um cara temente a Deus, mas também deu suas pisadas de bola.

Apesar de ser rei, era gente como a gente, POW!!!

Mas ficou marcado – pois os homens jamais se esquecem de nossos erros.

Mesmo assim se tornou o grande rei de Israel.

E recebeu a promessa de que de sua descendência nasceria um novo rei que se sentaria no trono para sempre.

A esperança tomou conta da nação de Israel.

Pois também já sabiam que se morressem, ressuscitariam na terra que Deus havia prometido aos seus pais – Abraão, Isaque e Jacó.

Além disso, contavam para seus filhos a história de seus pais.

Também re-contavam a terrível história de como Moisés havia arrancado o povo das mãos de Ramsés II.

Por isso que, uma vez por ano, eles celebravam a Páscoa.

Eles celebravam a salvação de seus filhos.

E também reliam mais um tratado de linguagem matrimonial – os dez mandamentos [a Ketubá].

Saem reis.

Entram outros.

Uns eram bons.

Outros eram maus.

As gerações passavam e a esperança tornou-se demasiadamente demorada.

O coração do povo se enfraquecia.

E de Deus a nação se esquecia.

Profanaram o santo nome do SENHOR de Israel.

Com isso, seus vizinhos, deles falavam mau e de seu Deus.

Se tornaram fáceis de serem vencidos.

E tiveram novos cativeiros.

E Deus, mesmo que se parecendo com um marido traído ou um pai desonrado, amou-os até o fim!

Levantaram-se profetas incumbidos de lembrar das promessas feitas aos filhos de Jacó.

De constranger.

E converter.

Para trazê-los de volta aos caminhos do SENHOR.

Mais quatrocentos anos se passaram.

E na plenitude dos tempos, o SENHOR Deus encontrou uma mulher na terra.

Não era qualquer mulher.

Deus decidiu presentea-la.

E plantou seu filho dentro dela.

Uma mulher humana.

Um Deus ETERNO.

O Filho do homem.

O Filho de Deus – e isso lhe causou problemas!

Ele também tinha outros nomes, mas eu gosto desse:

Em hebraico: O Messias [Mashíach] de Deus

Em grego: O Cristo [Christós] de Deus.

Na minha língua: O Ungido de Deus.

Bem, ele finalmente nasceu.

Pastores e magos foram avisados.

Por anjos e por astros.

No oitavo dia de seu nascimento, foi circuncidado como todo bom judeu.

E pouco mais de um mês de seu nascimento, teve um senhor que disse antes de morrer:

“Eu vi a tua salvação com meus olhos!” – disse o velho Simeão.

Imagine só, ele apenas viu um bebê. E continuou:

“Essa criança será alvo de contradição e também revelará a intenção de muitos em Israel.”

Para mim, até hoje em dia é alvo de contradição, no mundo todo.

E aos dose anos de idade, subiu para seu bar mitzvah em Jerusalém.

Deve ter sido assustador ter levado um cordeirinho para ser imolado pelo sacerdote sabendo que dali alguns anos seria ele mesmo como libação – o cordeiro de Deus.

Sim!

Foi o que João Batista disse quando de longe o avistou:

“Eis o Cordeiro de Deus… QUE TIRA O PECADO DO MUNDO.” 

Continuo achando uma frase um tanto assustadora.

Libertadora.

E se com doze ele foi para seu bar mitzvah, com trinta ele foi batizado por João.

Jesus, o Messias, era a novidade de Deus.

E a novidade do Messias, era seu governo estabelecido na terra.

Levado pelo Espírito Santo, Jesus seguiu para um retiro no deserto.

Para ser tentado pelo diabo.

E se o Gabiroto sabe seduzir ao homem dizendo-nos que podemos ser iguais a Deus.

Também soube provocar a Jesus dizendo para ele que não precisaria sofrer como homem, sendo ele Deus.

“Use seu poder de Deus para saciar sua fome. Transforme essas pedras em comida.”

Jesus não cedeu.

E como homem venceu.

Não como Deus que sempre foi.

Dai chamou seus alunos:

O primeiro, Simão, por sobrenome Pedro, e André, seu irmão; 

Tiago, filho de Zebedeu, 

E João, seu irmão; 

Filipe e Bartolomeu; 

Tomé e Mateus, o coletor de impostos; 

Tiago, filho de Alfeu, 

E Tadeu; 

Simão, o Zelote, 

E Judas Iscariotes, que foi quem o traiu.

Bem, Jesus passou por uma festa de casamento para acabar com as águas da velha aliança.

Deu-lhes vinho em troca.

E os convidados, sem se darem conta do que Jesus havia feito, encheram a cara!

Jesus conversou com mulheres.

Falou com representantes de partidos em Israel.

Trocou ideias com soldados, prostitutas e pecadores.

Falou a multidões.

Curou a cegos, paralíticos e qualquer outro doente.

Ressuscitou a mortos e mandou alguns pro inferno.

Jesus causou e se complicou.

Pediram sua cabeça.

Não aceitavam que se referisse a Deus como Aba [paizinho].

Não aceitavam que ele fosse o Filho de Deus.

O viam apenas como o filho de José, o carpinteiro.

Conheciam sua mãe, irmãs e irmãos – sua família.

Mas esperavam um líder político.

Que arrancasse o poder dos romanos e devolvesse Jerusalém ao seu povo.

Não entenderam que seu reino não é daqui debaixo, mas do alto.

Para redimir toda criação.

E depois de uns três anos de seu batismo por João, um dia ele subiu com seus discípulos a Jerusalém.

Foi ser a última páscoa.

Estava reunido com seus discípulos quando disse que saindo dali, os soldados o prenderiam.

Que iriam lhe bater para depois lhe matarem numa cruz.

Por isso que deveriam entender, de uma vez por todas, que ele era o Cordeiro Pascal.

Era sobre ele que a festa dizia respeito.

E dali em diante, deveriam celebrar sua morte que traria salvação ao mundo.

A última festa de páscoa deu lugar a primeira ceia em memória da Nova Aliança.

Mas infelizmente, a ceia se tornou um ritual religioso e perdeu seu sentido – prático e profético!

E foi como deveria ser!

Escolheram Barrabás para ser solto.

Sorte nossa e do tal ladrão.

Os governantes de Roma se perderam no julgamento.

Jogaram-no de um lado para o outro até que caiu nas mãos de Pôncio Pilatos, o prefeito da Judeia [uma província romana].

Ele se achava o tal.

Chegou a insinuar para Jesus que poderia livra-lo da sentença.

Mas Jesus, como sempre fez com relação aos líderes e representantes dos poderes do Estado Romano, deu de ombros.

Disse:

“Pilatos, você é tirano, pois comanda de cima para baixo. E o poder que você tem, lhe foi delegado por hostes espirituais do mau…”

E mais:

“Quanto minha vida, ninguém poderia tira-la. Eu a entrego.”

ESTÁ CONSUMADO!

Todos se perderam em suas expectativas.

E a morte do Rabi, deixou-os sem esperança.

Que quase se esparalham.

Se demorasse mais um pouco.

Mas ele venceu a morte.

E no terceiro dia ressuscitou.

E novamente os ajuntou!

Comeu com eles e os enviou.

Ego apostelos… nas mesmas condições que o Pai me enviou!”

Igualzinho!

Dentre eles, dos enviados por Cristo, surgiu um que aparecera depois, fora do tempo.

Mas ele disse que viu a Jesus que pessoalmente o comissionou.

Esse último ficou mais famoso que todos.

Tenho um amigo que sobre ele diz:

“Se Jesus simplificou, Paulo complicou.”

Pois é em torno da interpretação de suas cartas que muitos se perdem.

O que me parece é que ninguém entendeu que Paulo não é a chave da interpretação de Jesus.

Mas Jesus que é a chave hermenêutica de todas as coisas, inclusive sobre o que Paulo escreveu.

Mas em suas cartas encontro os melhores dos cânticos: 

“Divido com vocês algo maravilhoso, um mistério que talvez nunca entendam totalmente. Nem todos [cristãos] iremos morrer – mas todos seremos transformados… os mortos se levantarão para nunca mais morrer, pois a morte [o último inimigo a ser vencido], perderá o seu poder. Do mesmo modo, todos nós seremos transformados. Enfim, na ressurreição será assim: o que é perecível será substituído pelo que é imperecível, o mortal pelo que é imortal. Então fará sentido o ditado: 

Finalmente a Morte foi derrotada pela Vida!

Ó morte, estás agora vencida.

Ó morte, quem temerá a que era temida?”

A nova criação começou em Jesus.

Em sua ressurreição mostrou como deveria ser o novo homem.

Ressurreto.

Perfeito.

Sem defeitos.

… 

E para encurtar a história…

Muita gente passou e complicou a simples mensagem do evangelho.

Pois você sabia que Jesus não fundou nenhuma religião, nem mesmo a que se denomina como Cristianismo?

Que o que chamamos de Cristianismo é uma construção religiosa humana.

E o que chamamos de Cristianismo é o ranço de pelo menos três grandes eras: 

De Constantino;

Da Reforma Protestante;

Da era dos avivamientos na Inglaterra e Estados Unidos.

Enfim, tenho como certo que Jesus, o Messias de Deus, nada tem a ver com as igrejas que se organizam em placas e se divergem em suas doutrinas. 

Para mim, são apenas um modelo reproduzido a partir do precário Estado que, desde que o mundo é mundo, oprime aos homens.

Um modelo que dá privilégios para poucos em detrimento de outros.

Enfim… 

Nem tampouco eu tenho a ver com essas instituições, senão pela minha própria história e também pelos amigos que ainda vivem dependentes delas.

.

… 

Igual ao princípio [Gênesis]:

Vi a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, preparada como uma noiva adornada para o seu marido.

Ouvi uma forte voz que vinha do trono e dizia: “Agora o tabernáculo de Deus está com os homens, com os quais ele viverá. Eles serão os seus povos; o próprio Deus estará com eles e será o seu Deus.

Ele enxugará dos seus olhos toda lágrima. Não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor, pois a antiga ordem já passou”.

Aquele que estava assentado no trono disse: “Estou fazendo novas todas as coisas! “E acrescentou: “Escreva isto, pois estas palavras são verdadeiras e dignas de confiança”.

Disse-me ainda: “Está feito. Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim. A quem tiver sede, darei de beber gratuitamente da fonte da água da vida.

O vencedor herdará tudo isto, e eu serei seu Deus e ele será meu filho.

Apocalipse 21:2-7

Boas ondas,

Tropical

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One Comment em “Do jeito que eu conto a história bíblica – do início ao fim”

  1. Tusa 29 de Abril de 2015 às 17:02 #

    Jesus é simples e complicaram ele. Mas, Jesus também podia ter facilitado. Ele precisava estar escrevendo na areia quando salvou a mulher adúltera, agora ficam estudando o que Jesus estaria escrevendo e esquecem de salvar o pecador. Também ele não podia ter perguntado o nome dela, para não ter a discussão se era Maria Madalena ou outra. Abraços para toda a família.

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